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terça-feira, 7 de julho de 2015

Tabela do Campeonato Brasileiro 2015 - 06/07/2015


Campeonato Brasileiro Série A
Classificação
#
Equipe
J
VIT
E
DER
GP
GC
SG
PTS
1
Atlético (MG)
11
7
2
2
24
11
13
23
2
Grêmio
11
7
2
2
17
12
5
23
3
Sport
11
6
5
0
20
10
10
23
4
Fluminense
11
6
3
2
14
10
4
21
5
Corinthians
11
6
2
3
10
8
2
20
6
Atlético (PR)
11
6
1
4
15
12
3
19
7
Palmeiras
11
5
3
3
16
8
8
18
8
São Paulo
11
5
3
3
13
11
2
18
9
Chapecoense
11
5
1
5
9
10
-1
16
10
Ponte Preta
11
4
4
3
15
14
1
16
11
Figueirense
11
4
3
4
12
13
-1
15
12
Cruzeiro
11
4
1
6
11
10
1
13
13
Avaí
11
3
4
4
12
15
-3
13
14
Internacional
11
3
4
4
8
13
-5
13
15
Flamengo
11
3
1
7
10
15
-5
10
16
Goiás
11
2
4
5
7
10
-3
10
17
Santos
11
2
4
5
13
17
-4
10
18
Vasco
11
2
3
6
5
15
-10
9
19
Coritiba
11
2
2
7
7
14
-7
8
20
Joinville
11
1
2
8
4
14
-10
5

Resgate do mercado acionário da China poderá ter um preço


PEQUIM - A agressiva resposta da China à forte retração dos preços das ações enfraquece a promessa de ter um mercado acionário que desempenhe um papel decisivo na economia e gera o risco de que osINVESTIDORES acreditem que Pequim irá sempre socorrê-los.

Ao longo do tenso fim de semana, o governo avaliou várias medidas para conter o frenesi de venda que fizeram o índice Shanghai Composite desabar 29% em três semanas. Corretoras, gestores de fundos deINVESTIMENTO e um braço deINVESTIMENTO do governo comprometeram-se a comprar ações, novas ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês) foram suspensas, as cotas de ações estrangeiros aumentaram e o banco central prometeu fornecer liquidez para ajudar osINVESTIDORES  a pedir dinheiro emprestado para comprar ações.
As medidas podem conter o pânico no curto prazo, mas alguns economistas alertaram que podem encorajar outra bolha de ativos se não forem implementadas com cuidado.
O índice Shanghai Composite abriu em alta de 7,8% nesta segunda-feira e parecia que o movimento do governo iria definitivamente impulsionar o mercado. Mas o índice rapidamente deixou os ganhos para trás, e após operar no negativo, encerrou o dia em alta de 2,4%.
Investidores e analistas disseram que a pesada compra das principais blue chips, como bancos estatais e empresas de energia, no final do pregão parecia ter sido trabalho de fundos apoiados pelo Estado.
Alguns economistas dizem que os líderes chineses podem ter exagerado, já que o risco sistêmico na China a partir da recente queda das ações é baixo e está distante dos eventos que desencadearam a crise financeira global de 2008 e levaram o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) a agir.
"Eles provavelmente entraram em pânico", disse o economista Klaus Baader, do Société Générale. "Um mercado em que as autoridades intervêm é muito perigoso. Se o mercado quer corrigir e você [o governo] influencia as operações, isso gera instabilidade."
A Bolsa de Xangai ainda está 50% acima do patamar do início do rali e acumula 14% de ganho neste ano. OsINVESTIDORES doMERCADO DE AÇÕES são um pequeno segmento da sociedade chinesa. Os bancos, ao menos no papel, não estão extremamente expostos. E muitos dos que detêm grandes posições apresentam alto patrimônio líquido, dizem os economistas, tornando um colapso nos gastos dos consumidores improvável.
OsMERCADOS DE AÇÕES que funcionam bem são fomentados com políticas que fortalecem a arquitetura Financiera e econômica, não com aqueles que interferem nos preços, dizem alguns economistas.
O economista Dongming Xie, do OCBC Bank, disse que a China precisa primeiro fortalecer sua supervisão sobre a compra de ações com dinheiro emprestado (margin financing), especialmente naqueles negócios fora do controle regulatório. "Então ela precisa fortalecer o crescimento econômico, a fundação de um mercado saudável de ações."
A dramática tentativa chinesa de colocar um piso no movimento de quedas pode ter sido moldado por um desejo de, após encorajar o mercado a se valorizar, parecer no firme controle da economia, avaliaram alguns especialistas.
"Muitos dizem que isso é um risco sistêmico", disse o estrategista-chefe da Industrial Securities, Zhang Yidong. "Eu acredito que é mais um risco político. As principais autoridades estão temendo que uma forte queda possa levar a distúrbios sociais."
A forte queda nas ações também ameaçou a busca da China por um tipo de mercado bem capitalizado, que pode permitir que companhias estatais em dificuldades troquem dívida por ações.
Muito dos fundos estatais levados ao mercado podem acabar expandindo a presença do governo, já que muito das compras deve estar indo para ações de companhias estatais, diante de seus índices baixos de preço por ação e de sua reputação como internacionais estáveis. E a ação do Banco Central da China de ajudar indiretamenteINVESTIDORES a emprestar para comprar ações poderia piorar o risco dos empréstimos para comprar ações que as autoridades haviam tentado conter, segundo economistas.
O estudante Henry Luo, de 24 anos, um novo investidor de Hunan, disse que se sentiu encorajado pelas medidas de apoio do governo. "Os mercados continuaram caindo porque perderam a confiança", afirmou ele. "Eu vou vender se puder recuperar meu dinheiro. Caso contrário vou deixar no mercado como um internacionais de longo prazo."
Entre as opções ao dispor de Pequim nas próximas semanas, caso os mercados continuem caindo, está direcionar as companhias estatais para comprar mais de suas próprias ações e direcionar mais fundos do BC para a compra de ações, dizem economistas. Também é possível um novo corte na taxa de juros e a redução do compulsório dos bancos, após o duplo corte do mês passado.
Como parte das medidas para o fortalecimento da confiança, unidades de gestão de ativos de empresas líderes do setor comprometeram-se a manter suas ações até que o índice Xangai Composite alcance 4.500 pontos, bem acima do fechamento da segunda-feira, em 3.775,90 pontos. Alguns leem isso como uma meta não oficial do governo, mostrando preocupação. "Nesse nível, as valorizações estarão relativamente exageradas novamente", disse o economista Dariusz Kowalczyk, do Crédit Agricole CIB. "Esse é o problema com impor um alvo. OsINVESTIDORES vão vê-lo como um bom nível para vender."
O esforço de Pequim para tornar seus mercados mais atrativos para os INVESTIDORES internacionais e posicionar o yuan como uma moeda internacional também pode ter sofrido um revés neste fim de semana, dizem alguns. "Eles precisam ter um mercado razoavelmente transparente, que trabalhe com as regras que a maioria dos mercados trabalha, não sujeito à intervenção das políticas de mercado", afirmou Baader, do Société Générale. "Isso destrói a confiança no mercado e tem um impacto duradouro na atração do capital internacional. Isso não vai tornar bem-visto o mercado para investidores globais."
Estadão Conteúdo

Irã exige fim de sanções da ONU contra mísseis, mas Ocidente recusa


Irã exige fim de sanções da ONU contra mísseis, mas Ocidente recusa

Autoridades do Irã e de potências globais negociam um acordo nuclear
Autoridades do Irã e de potências globais negociam um acordo nuclear
Foto: Reuters
Por Parisa Hafezi e Louis Charbonneau
VIENA - Um impasse sobre as sanções da ONU contra o programa de mísseis balísticos do Irã e um amplo embargo de armamentos estão entre as questões que travam o acordo nuclear entre a República Islâmica e seis potências nesta segunda-feira, um dia antes do prazo para alcançar um acordo.
"Os iranianos querem o fim das sanções sobre mísseis balísticos. Eles dizem que não há motivos para ligar isso à questão nuclear, um ponto de vista que é difícil de aceitar", disse um diplomata ocidental à Reuters. "Não há inclinação para isso de nossa parte."
Representantes iranianos e ocidentais confirmaram essa questão. Os ministérios de Relações Exteriores das seis potências --Grã-Bretanha, China, França, Alemanha e Rússia e EUA-- se reuniram nesta segunda-feira com o chanceler iraniano, Javad Zarif, para tentar chegar a um acordo até a terça-feira à noite.
"O lado Ocidental insiste que não apenas (o programa de mísseis balísticos do Irã) deve permanecer sob sanções, como também o Irã precisa suspender esse programa", disse um representante iraniano.
"Mas o Irã está insistindo em seus direitos e diz que todas as sanções, incluindo sobre os mísseis balísticos, devem ser retiradas quando as sanções da ONU forem suspensas."
Separadamente, um alto representante iraniano havia dito a repórteres em Viena, sob condição de anonimato, que Teerã queria que o embargo da ONU sobre armas também fosse suspenso. Um alto diplomata ocidental afirmou que essa suspensão está "fora de questão".
O acordo sob discussão busca atrasar o trabalho nuclear mais sensível do Irã em uma década ou mais, em troca de alívio nas sanções que reduziram as exportações de petróleo iraniano e prejudicaram sua economia.
(Reportagem adicional de John Irish, Arshad Mohammed e Shadia Nasralla, em Viena; e de Bozorgmehr Sharafedin, em Londres)
Fonte: DCI

Missa do papa Francisco atrai mais de 500 mil pessoas no Equador





Por Philip Pullella e Yury Garcia
GUAYAQUIL, Equador - O papa Francisco rezou uma missa para mais de meio milhão de equatorianos nesta segunda-feira e destacou que deseja que uma grande reunião do Vaticano prevista para este ano encontre maneiras de lidar melhor com os católicos que se sentem excluídos da Igreja.
No primeiro dia de uma viagem que incluirá três países sul-americanos, o pontífice argentino foi para a segunda maior cidade do Equador, Guayaquil, um vibrante município portuário por vezes considerado a "capital da banana" por conta do comércio de frutas.
Em linha com seu estilo simplista, o papa andou pela cidade em um pequeno veículo prateado da Fiat.
Dezenas de milhares de pessoas se alinharam pela rota que sai do aeroporto, e às vezes empurravam o cordão de segurança para encostar no carro e atirar pétalas de flores perante ele. 
Com os olhos incomodados pelo sol, Francisco foi então para um jipe aberto ao chegar ao local da missa, transitando por entre a multidão, estimada por autoridades em mais de 650 mil pessoas.
"Eu vim para este encontro espiritual para pedir ao papa que me cure, porque tenho câncer", disse Franklin Borbor, de 48 anos, que, apesar de sua doença, viajou mais de cinco horas para estar presente na missa.
O papa de 78 anos falou sobre a família em sua homilia, tema que será assunto de uma grande reunião de bispos --o sínodo-- que acontecerá no Vaticano em outubro.
O encontro deve discutir maneiras de como alcançar católicos que se divorciaram e permanecem fora da Igreja. Sob as atuais regras da Igreja, eles são proibidos de receber a comunhão a não ser que se abstenham de ter relações sexuais.
O encontro também discutirá como a Igreja deve abordar o tema de católicos homossexuais.
Bispos conservadores são contrários a quaisquer mudanças em relação ao divórcio e a novos casamentos, e num encontro preparatório no ano passado, eles refutaram a linguagem conciliatória sobre o atendimento pastoral a casais gays.
O papa disse que o sínodo "consideraria soluções concretas para os muitos difíceis e significativos desafios enfrentados por famílias de nossa época."
Em sua homilia, ele também pediu pela renovação dos valores familiares e pela solidariedade com os mais velhos, os abandonados e os desempregados.
(Reportagem adicional de Alexandra Valencia, e de Girish Gupta, em Quito)
Fonte: DCI

Dunga: Brasil precisa encontrar soluções para o futebol dentro do país


Mesmo achando importante trocar informações com especialistas de outros países, o Brasil precisa encontrar no próprio país as soluções para resolver os problemas pelos quais passa o futebol. A opinião é do treinador da seleção brasileira, Carlos Caetano Bledorn Verri, o Dunga.
Para o técnico, a seleção é a ponta de uma pirâmide, por isso, é preciso pensar na estrutura desde a base. “Não podemos querer recuperar o edifício da parte de cima para baixo. Temos que recuperar a estrutura e aos poucos ir subindo”, disse. Dunga ressaltou que a seleção sempre será uma referência e que devemos buscar a forma brasileira de jogar, vencendo e se aprimorando. 
Já Carlos Alberto Parreira, que treinou a seleção em várias ocasiões, em uma delas conquistou a Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, defende que a primeira etapa a ser feita na recuperação do futebol brasileiro é cuidar dos clubes e da infraestrutura. Depois, tratar da capacitação dos treinadores e reformular o calendário das competições.
Na avaliação de Parreira, em função de um calendário cheio de jogos, os atletas sofrem um desgaste grande com competições nem sempre rentáveis”, e defendeu uma gestão mais profissional. “No ápice da pirâmide vem a seleção brasileira, que é produto disso tudo. Quando tudo isso funciona, lá em cima funciona bem”, disse.
Dunga e Parreira participaram hoje (6) na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, do primeiro encontro do Conselho de Desenvolvimento Estratégico do Futebol Brasileiro. Estiveram também da reunião os ex-treinadores Sebastião Lazzaroni e Paulo Roberto Falcão, além do experiente Mário Jorge Lobo Zagallo, considerado o mais vitorioso treinador da seleção.
Após o encontro, Dunga explicou que desde de quando era jogador gostava de conversar sobre futebol com técnicos experientes e hoje não foi diferente. “Nossa vida é o futebol e gostamos que o futebol brasileiro esteja sempre bem. Quando não é possível temos que buscar opções para melhorar”, indicou.
O atual treinador da seleção brasileira defendeu uma mudança também nos critérios de avaliação dos jogadores. Segundo ele, muitas vezes o atleta faz dois bons jogos e já é classificado como um jogador excepcional. “Temos que nos corrigir essa expectativa. Às vezes a gente dá uma responsabilidade para o jogador muito além do que ele está preparado naquele momento. Temos que ter muita paciência e tranquilidade na hora das nossas observações”.
Parreira elogiou a iniciativa da CBF de reunir técnicos experientes para analisar a restruturação do futebol brasileiro. “A gente tem que pensar no futebol brasileiro no curto, médio e longo prazo. O curto prazo é a eliminatória; o médio prazo, a Copa do Mundo e o longo prazo é o futebol brasileiro em si”.
Fonte: Agência Brasil
Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado

OMS pede mais impostos sobre o tabaco para reduzir número de mortes

Da Agência Lusa
É proibido fumar em locais fechados
Relatório da OMS diz que só 33 países no mundo fixaram impostos de 75% sobre o preço do maço de cigarros, medida recomendada pela organização- Renato Araújo/Arquivo Agência Brasil
























A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu hoje (7) que os países elevem os impostos sobre o tabaco para reduzir o número de mortes causadas pelo consumo e gerar fundos para os sistemas de saúde públicos.
Segundo o último relatório da OMS sobre a Epidemia Global do Tabaco de 2015, apresentado hoje em Manila, 33 países no mundo fixaram impostos de 75% sobre o preço do maço de cigarros, uma medida recomendada pela organização.
“Subir os impostos sobre o tabaco é uma das formas mais eficientes e rentáveis de reduzir o consumo de produtos nocivos, enquanto se geram receitas públicas”, afirma no relatório a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.
O organismo da ONU indica que muitos países ainda fixam impostos demasiadamente baixos sobre o tabaco e produtos derivados, e que algumas nações continuam a não ter qualquer regulamentação.
“Peço a todos os governos que olhem para as provas, não para os argumentos da indústria [de cigarros], e que adotem uma das melhores medidas existentes para a saúde”, acrescentou Chan.

Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência


Presidenta Dilma Rousseff, participa da Cerimônia de sanção do Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei Brasileira de Inclusão (Wilson Dias/Agência Brasil)
Presidenta Dilma Rousseff discursa durante sanção do Estatuto da Pessoa com DeficiênciaWilson Dias/Agência Brasil















A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (6) a Lei Brasileira de Inclusão – Estatuto da Pessoa com Deficiência, espécie de marco legal para pessoas com algum tipo de limitação intelectual ou física.
O texto, aprovado em junho pelo Congresso Nacional, classifica o que é deficiência, prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e dá ênfase às políticas públicas em áreas como educação, saúde, trabalho, infraestrutura urbana, cultura e esporte para as pessoas com deficiência.
O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas, disse que o estatuto vai consolidar e fortalecer o conjunto de medidas do governo direcionadas às pessoas com deficiência, mas disse que o cumprimento da lei também será responsabilidade de estados e municípios.
“Agora, com o estatuto, temos uma legislação que precisa ser implementada na sua integralidade. Não é só uma responsabilidade da União, é também [responsabilidade] dos estados, municípios e da sociedade zelar pelo cumprimento do estatuto”, avaliou. “O Brasil se insere entre os países que têm legislação avançada e importante na afirmação dos direitos da pessoa com deficiência”, acrescentou.
O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Flávio Henrique de Souza, lembrou que o Brasil tem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e disse que a entidade vai cobrar e fiscalizar o cumprimento do estatuto. “O Conade estará atento a todas as questões, porque essa é uma etapa que conquistamos junto com o governo. Essa conquista não é boa somente para as pessoas,  para o Brasil, porque o Brasil mostra que tem discussão, tem acesso, tem parceria e que essa pauta coloca as pessoas com deficiência, de uma vez por todas, dentro do tema dos direitos humanos.”
Entre as inovações da lei, está o auxílio-inclusão, que será pago às pessoas com deficiência moderada ou grave que entrarem no mercado de trabalho; a definição de pena de reclusão de um a três anos para quem discriminar pessoas com deficiência; e ainda a reserva de 10% de vagas nos processos seletivos de curso de ensino superior, técnico e tecnológico para este público.
Para garantir a acessibilidade, a lei também prevê mudanças no Estatuto da Cidade para que a União seja corresponsável, junto aos estados e municípios, pela melhoria de condições de calçadas, passeios e locais públicos para garantir o acesso de pessoas com deficiência.
Fonte: Agência Brasil
Luana Lourenço e Paulo Victor Chagas - Repórteres da Agência Brasil Edição: José Romildo

Banco Central Europeu manterá linha de liquidez para Grécia





O Banco Central Europeu (BCE) anunciou hoje (6) que manterá o teto da Linha de Liquidez de Emergência aos bancos gregos no mesmo nível decidido em 26 de julho, data em que a realização do referendo na Grécia foi anunciada. Dessa forma, os correntistas terão mais garantias de capital para efetuar saques.
Em nota, o Conselho de Governadores do BCE informou ter mantido a provisão da linha de emergência de liquidez para os bancos, após ter discutido “uma proposta do Banco da Grécia". O presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, disseram manter as portas abertas às discussões com Atenas, após a vitória do Não, no referendo. Hollande e Angela Merkel exigiram, no entanto, “propostas sérias” do governo grego para pôr fim à crise.
“A porta mantém-se aberta às discussões. Cabe ao governo [grego] fazer propostas sérias e credíveis”, disse Hollande após encontro com a chanceler, no Palácio do Eliseu, em Paris. No domingo, 61,34% dos gregos que participaram do referendo rejeitaram as propostas dos credores internacionais – instituições europeias e do Fundo Monetário Internacional.
*Com informações da Agência Lusa
Da Agência Brasil* Edição: Marcos Chagas

Dilma reúne presidentes e líderes de partidos aliados para explicar contas



A presidenta Dilma Rousseff se reuniu na noite de hoje (6) com ministros, presidentes e líderes dos partidos políticos da base aliada do governo no Congresso Nacional, quando foram apresentadas aos participantes as justificativas que serão dadas ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas do governo em 2014.

Após a reunião no Palácio da Alvorada, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, fizeram a apresentação das razões do governo sobre as contas. Também estavam presentes o vice-presidente Michel Temer e o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.
“Ficou claro que há muito embasamento técnico e jurídico e estamos seguros de que o TCU vai aceitar as explicações. Não há nenhuma razão para as contas serem rejeitadas. Essas explicações serão apresentadas no dia 21 [de julho] ao TCU”, afirmou Falcão.
No dia 17 de junho, em decisão inédita e unânime, o TCU adiou por 30 dias o julgamento das contas de 2014 do governo federal, a pedido do relator, ministro Augusto Nardes. O prazo dado pelo TCU é para que a presidenta e sua equipe esclareçam, por escrito ou pessoalmente, indícios apontados pelo tribunal de que teriam descumprido as leis de Responsabilidade Fiscal e Orçamentária Anual.
Falcão informou que os presidentes dos partidos aliados vão se reunir com o vice-presidente Michel Temer amanhã (7) para apresentar solidariedade ao peemedebista e à presidenta. Ele afirmou não se tratar de uma resposta aos líderes oposicionistas, que têm falado em pedido de impeachment. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), durante convenção do partido, ontem (5), disse que o governo Dilma “pode ser mais breve do que alguns imaginam”.
Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg

Sem certeza de acordo, negociações nucleares com Irã chegam à data limite


indícios claros de um iminente acordo final, começa nesta terça-feira, em Viena, o último dia das negociações entre o Irã e o Grupo 5+1 (China, França, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, mais Alemanha) sobre o controverso programa nuclear da República Islâmica.Os ministros das Relações Exteriores dos sete países envolvidos nessa maratona de diálogos estiveram reunidos até o fim da noite de segunda-feira em uma tentativa de superar as diferenças que ainda os separam.Apesar do longo caminho percorrido e dos inegáveis avanços registrados, fontes diplomáticas insistiam ontem à tarde que um fracasso ainda é possível."Ainda não estamos no ponto. Não devemos subestimar que importantes questões ainda não se solucionaram", alertou um membro da delegação alemã aos jornalistas.Um dos novos temas espinhosos que surgiu na reta final das conversas é o embargo de armas e mísseis balísticos ao Irã. Com o apoio da Rússia, os iranianos pretendem que a ONU suspenda a medida após o acordo nuclear, algo que os EUA e os europeus rejeitam.Trata-se de um embargo imposto pelo Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de evitar que Teerã ajude e arme seus aliados políticos, militares ou terroristas em países como Líbano, Síria, Iêmen e nos territórios palestinos.Um acordo nuclear durável prevê uma limitação substancial das atividades atômicas da República Islâmica por pelo menos uma década. Em troca, a comunidade internacional suspenderia todas as sanções econômicas e políticas contra o país.As formas como suspender essas medidas se transformaram no principal empecilho que vem impedindo o anúncio de um pacto.Além disso, persistem os problemas sobre o alcance das inspeções que o Irã deve conceder à ONU para verificar e vigiar o cumprimento dos compromissos em um eventual tratado.Nenhum dos países admite, mas também não se exclui uma nova extensão do prazo de negociação. Um prolongamento além da próxima quinta-feira, no entanto, representaria novas complicações.A partir dessa data, o Congresso americano passa a ter 60 dias para revisar um acordo, em vez de 30, devido ao recesso de verão.Uma extensão então faria com que um eventual acordo permaneça mais tempo sem um sinal verdade definitivo, dando oportunidade de ser obstruído por seus críticos, alertam os analistas.

Bolsas da Europa abrem em queda


As principais bolsas europeias operam em baixa nesta terça-feira (7/7). Às  6h28 (horário de Brasília) em Londres, o índice FTSE 100 registra queda de 0,05%; em Paris, o CAC 40, cai 0,20%; e em Frankfurt, o DAX tem queda de 0,06%.
As bolsas de Atenas e os bancos gregos permanecem fechados nesta terça-feira (7/7) e nesta quarta-feira (8/7) à espera de uma acordo com os credores na reunião desta terça-feira.
Fonte: JB

Agora da para descobrir quem te deletou no facebook


Facebook é uma das melhores formas para se fazer e desfazer amizades. E agora já é possível saber que pessoas te excluíram da rede social.
Essa é a promessa do aplicativo Who deleted me – Quem me deletou – que mostra os nomes e datas de exclusão de usuários.
Além de mostrar as exclusões que aconteceram entre você e seus amigos, o app exibe também a data em que elas ocorreram e se a pessoa continua ativa no Facebook, sinal de que te odeia mesmo!
O aplicativo é gratuito e está disponível para Android, iOS e em uma versão browser para o Google Chrome.
Mas preste atenção, se você morre de curiosidade para saber quem te deletou do Facebook, a dica é que comece a usar o app agora mesmo. Isso porque ele mostra as amizades terminadas apenas após a primeira utilização.
Fonte:Correio do Estado

FMI está pronto para ajudar Grécia se for solicitado, diz Christine Lagarde






Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, dão entrevista coletiva no ministério
Christine Lagarde diz que o FMI acompanha de perto a situação da GréciaMarcello Casal Jr./Arquivo/Agência Brasil

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse hoje (6)  que está acompanhando de perto a situação na Grécia. Segundo ela, o FMI está pronto para ajudar o país se for solicitado.
No domingo, 61,34% dos gregos que participaram do referendo rejeitaram as propostas dos credores internacionais – instituições europeias e do Fundo Monetário Internacional. Após o resultado, foi agendada para amanhã (7) uma reunião de cúpula extraordinária da Zona do Euro. Posteriormente, haverá uma reunião do Eurogrupo.
"O FMI tomou nota do referendo que ocorreu ontem [dia 5] na Grécia. Estamos monitorando a situação de perto e estamos prontos para ajudar a Grécia se assim for pedido", disse, por meio de nota, a diretora do FMI.
O ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, pediu demissão, depois de o não ter vencido no referendo nacional. Ele disse que após serem anunciados os resultados do referendo, foi informado de certa preferência de alguns participantes do Eurogrupo, e de vários parceiros, pela sua ausência nas reuniões.
"Uma ideia que o primeiro-ministro considerou ser potencialmente útil para que se conseguisse chegar a um acordo. Por esse motivo, deixo o Ministério das Finanças hoje”, disse Varoufakis, em seu blog, depois de ter feito o anúncio em sua conta no Twitter.
Com informações da  Agência Lusa*
Da Agência Brasil* Edição: Valéria Aguiar