Líderes enviaram mensagem de que irão enfrentar agressão russa no leste ucraniano
Alemanha, Estados Unidos e União Europeia reiteraram neste domingo sua firmeza perante a Rússia no conflito ucraniano, um dos principais tema da cúpula do G7 (sete países mais ricos do mundo) realizada no povoado alemão de Krün.

O encontro bilateral dos dois dirigentes esteve cercado de folclore, sob um sol esplêndido e com os picos alpinos nevados ao fundo. Os dois concordaram em manter as sanções contra Moscou enquanto o país não respeitar completamente os acordos de Minsk e a soberania da Ucrânia, afirmou mais tarde a Casa Branca. Esses pactos, assinados em fevereiro entre os diferentes grupos, previam um cessar-fogo que é violado regularmente.
Em uma coletiva de imprensa separada, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, convocou o G7 a "confirmar sua unidade" sobre as sanções contra a Rússia.
– Se alguém quer reconsiderar esta política, só poderá fazê-lo para reforçá-la – disse. Outra preocupação dos líderes foi a negociação entre a Grécia e a Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional). Os EUA pressionam por uma solução rápida para o impasse, temendo repercussões negativas em vista da lentidão na recuperação da economia depois de sete anos de crise.
Obama "não disse que o dólar forte é um problema" em suas conversas na reunião de cúpula do G7 em Elmau na Alemanha, afirmou uma fonte do governo americano, negando assim uma informação divulgada por uma fonte francesa.
– Obama repetiu o que tem dito várias vezes: que a demanda global é muito frágil e que os países do G7 devem utilizar todos os instrumentos de política econômica a favor da recuperação – disse a fonte.
Fonte: Zero Hora