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quarta-feira, 8 de julho de 2015

ONU apoia exibição do filme ‘Favela que me viu crescer’ no Jacarezinho, no Rio, nesta sexta (10)

O veículo adaptado do projeto Cinemão projetará o filme no bairro. Iniciativa conta com o apoio do Centro de Informação da ONU para o Brasil.

ONU apoia exibição do filme 'Favela que me viu crescer' no Jacarezinho, no Rio, nesta sexta (10)
A vida dos moradores da favela do Jacarezinho será retratada no cinema nesta sexta-feira (10) durante a exibição do projeto Cinemão na quadra azul do bairro carioca. Em uma parceria com o coletivo “Cafuné na Laje”, o veículo adaptado projetará a estreia do filme “Favela que me viu crescer”.
A partir dos relatos e cotidianos dos moradores, o filme entrelaça suas narrativas e relações de afeto construídas ao longo do tempo com a favela, lugar que viram crescer e cresceram juntos.
Além da exibição do filme, o evento contará com a quadrilha Bombocado e a batucada do Samba de Benfica. O encontro vai acontecer no dia 10 de Julho, a partir das 18 horas, na Quadra do Azul, no alto do Jacarezinho.
O filme foi produzido com recursos do Edital Curta Afirmativo, realizado pelo Ministério da Cultura. O Cinemão conta com o apoio do Centro de Informação da ONU no Rio de Janeiro (UNIC Rio).
Exibição Favela que me Viu Crescer
Dia 10 de Julho, sexta-feira, a partir das 18 horas.
Quadrilha Bombocado e Samba de Benfica
Quadra do Azul, Jacarezinho
Clique aqui para saber mais sobre a programação.
Fonte: ONU

Gaza ainda está em crise’ um ano após as hostilidades, alerta ONU

As Nações Unidas apelam por apoio financeiro para acelerar o processo de reconstrução da região; até o momento apenas 28% do montante necessário foi levantado.

Um projeto de remoção de escombros em Shujaiyah, Gaza, é financiado pela Suécia e implementado pelo PNUD. Foto: PNUD
Um projeto de remoção de escombros em Shujaiyah, Gaza, é financiado pela Suécia e implementado pelo PNUD. Foto: PNUD
Um ano após a escalada das hostilidades em Gaza, o coordenador humanitário das Nações Unidas para o território palestino ocupado, Robert Piper, expressou nesta terça-feira (7) sua preocupação com a situação humanitária em curso e o ritmo lento da reconstrução na região. Em uma reunião de organizações humanitárias realizadas na cidade de Gaza, ele ressaltou que a crise continua, com os civis, como sempre, sofrendo as piores consequências.
O conflito de 51 dias matou 1.462 civis, incluindo 551 crianças, e feriu milhares em toda Gaza. Seis civis israelenses (incluindo uma criança) também foram vítimas das hostilidades. Isso causou cerca de 1,4 bilhão de dólares em danos diretos e indiretos e 1,7 bilhão de dólares em perdas econômicas para Gaza, assinalou o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
Desde então, segundo Piper, as organizações humanitárias têm apoiado quase 90 mil famílias com abrigo temporário, assistência alimentar para mais de 1,4 milhão de pessoas e cerca de 85 mil crianças receberam apoio psicossocial. Um trabalho considerável já ocorreu para remover escombros e engenhos explosivos não detonados.
Entretanto, “a capacidade de passar de um alívio a curto prazo para a reconstrução a longo prazo é limitada por uma queda importante noFINANCIAMENTO da ajuda humanitária. Nove meses após a Conferência de Reconstrução de Cairo, o processo de recuperação de Gaza precisa ser acelerado”, advertiu Piper, referindo-se à Conferência ocorrida na cidade de Cairo, outubro passado, para debater a reconstrução de Gaza. Na ocasião, doadores prometeram cerca de 3,5 bilhões de dólares em apoio aos esforços de recuperação, mas apenas 28% desse valor foi desembolsado até o momento.
Fonte: ONU

Pequenos agricultores podem ser importantes atores na redução do carbono, diz ONU

De acordo com novo relatório do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola, ajudar os pequenos produtores a se adaptarem às mudanças climáticas pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Agricultores que cultivam alface e outros legumes nas terras altas da Bevatu Settlement, Fiji. Foto: FIDA / Susan Beccio
Agricultores que cultivam alface e outros legumes nas terras altas da Bevatu Settlement, Fiji. Foto: FIDA / Susan Beccio
Ajudar os produtores a se adaptarem aos impactos das mudanças climáticas também pode reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa, aponta um novo estudo divulgado nesta quarta-feira (8) por uma das agências agrícolas do sistema das Nações Unidas.
“O que este relatório mostra é que os pequenos agricultores são uma parte fundamental da solução ao desafio da mudança climática”, disse Michel Mordasini, vice-presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). “Com osINVESTIMENTOS certos, os pequenos agricultores podem alimentar um planeta cada vez maior e, ao mesmo tempo, restaurar ecossistemas degradados e reduzir o efeito do carbono da agricultura”.
O estudo aponta que a redução das emissões pode não ser um fardo tão grande, como alguns podem acreditar e poderia representa outro benefício das atividades de adaptação. O estudo examina o portfólio de projetos do FIDA voltados para a transformar agricultores familiares mais resilientes às mudanças climáticas.
O Relatório Vantagens de Mitigação mostra que 13 projetos de adaptação apoiados pelo FIDA poderiam reduzir as emissões de CO2 em 30 milhões de toneladas. Isto representa cerca de 38% do alvo do FIDA para reduzir 80 milhões de toneladas de CO2 até 2020, de acordo com o programa de adaptação para agricultura familiar. Lançado em 2012, este programa tornou-se a maior fonte deFINANCIAMENTO global dedicada a apoiar a adaptação dos pequenos agricultores pobres às alterações climáticas.
Fonte: ONU

‘Nova lei de segurança da China é muito vaga e pode permitir potenciais abusos’, afirma ONU

Para o chefe de direitos humanos da ONU, o amplo escopo e as terminologias e definições vagas deixam a “porta aberta para mais restrições de direitos e liberdades para os cidadãos chineses, e para o controle ainda mais estrito da sociedade civil pelas autoridades chinesas.”

Grande Salão do Povo usado pelo poder legislativo na China. Foto: Wikicommons/Thomas.fanghaenel (CC)
Grande Salão do Povo usado pelo poder legislativo na China. Foto: Wikicommons/Thomas.fanghaenel (CC)
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, expressou sua grande preocupação nesta terça-feira (07) com as implicações nos direitos humanos da nova lei de segurança nacional adotada pela China em 01 de julho.
A nova lei cobre um grande espectro de questões, incluindo meio ambiente, defesa, finança, tecnologia de informação, cultura, ideologia, educação e religião, mas deixa o significado de segurança nacional de maneira extremamente ampla.  Por exemplo, de acordo com traduções não oficiais, artigos da lei contemplam a mobilização de cidadãos para manter a vigilância e informar sobre ameaças de segurança às autoridades, mas o tipo de conduta que é considerada um perigo para a segurança nacional não é definida, permitindo potenciais abusos.
Para o chefe de direitos humanos da ONU, o amplo escopo e as terminologias e definições vagas deixam a “porta aberta para mais restrições de direitos e liberdades para os cidadãos chineses, e para o controle ainda mais estrito da sociedade civil pelas autoridades chinesas.”

ONU: Em meio à ‘enorme’ crise humanitária no Iêmen, número de civis mortos ultrapassa 1,5 mil

Entre 17 de junho e 3 de julho, pelo menos 92 civis foram mortos e outros 179 feridos pelo conflito armado no país; número de deslocados chega a 1 milhão.

Criança se vacina contra a pólio no centro de saúde de Al-Olufi em Sana’a. Foto: UNICEF / IMG_9423 / Yasin
Criança se vacina contra a pólio no centro de saúde de Al-Olufi em Sana’a. Foto: UNICEF / IMG_9423 / Yasin
O escritório das Nações Unidas para os direitos humanos está entre as várias entidades-chave da Organização que expressaram nesta terça-feira (07) profunda preocupação com o agravamento dos direitos humanos e a situação humanitária no Iêmen. A crise no país já deixou 1,5 mil civis mortos, 3,6 mil feridos e 1 milhão de deslocados em três meses de violência.
Destacando que os civis continuam sofrendo o impacto do conflito, Cécile Pouilly, porta-voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou a imprensa, em Genebra que, entre 17 de junho e 3 de Julho, pelo menos 92 civis – incluindo 18 mulheres e 18 crianças – foram mortos e outros 179 feridos – incluindo 43 mulheres e 30 crianças.
“Dezenas de civis foram sequestrados e submetidos à detenção arbitrária em Sana’a. Também recebemos relatos preocupantes que Comitês de Resistência Popular locais, alinhados ao presidente exilado Abd Rabbo Mansour Hadi, executaram sumariamente pelo menos seis pessoas identificadas como fiéis à coalizão Houthi-Saleh e cometeram atos de maus-tratos”.
O acesso humanitário também permanece severamente limitado pela violência recente. Além de insegurança nas estradas e acesso bloqueado a alimentos e água potável, foram impostas aos civis restrições de movimentos. O sistema de saúde do Iêmen também preocupa devido a sua deterioração e à escassez de medicamentos, suprimentos médicos essenciais e de combustível que atingiram níveis críticos.
Fonte: ONU

Concurso do UNICEF recebe mais de 200 ilustrações de adolescentes para capa de relatório sobre o ECA

O relatório #ECA25anos será lançado pelo representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl, em coletiva à imprensa a ser realizada em Brasília, às 11h da segunda-feira 13 de julho de 2015.

Imagem: UNICEF
Imagem: UNICEF
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançará na próxima segunda-feira (13) o relatório sobre os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A publicação faz um balanço dos avanços e desafios para a infância e adolescência e traz em sua capa uma ilustração elaborada por Samara Senna, 15 anos, uma carioca que hoje mora em Rio Grande (RS).
Samara participou junto a 203 adolescentes  do concurso de desenho promovido pelo UNICEF no último mês de junho. Por meio de desenhos, meninos e meninas entre 12 e 17 anos responderam a pergunta “O que é ser adolescente hoje no Brasil?”
“O adolescente tem a energia, a força e a garra necessárias para o protagonismo das evoluções em nossa sociedade. Nós, adolescentes, somos a esperança de um Brasil mais correto, mais justo, mais belo”, disse Samara. “Somos os filhos do Brasil que não fogem à luta. Unidos, somos a certeza da caminhada em direção à atual utopia de um país melhor.”
A vencedora do concurso cursa o 2º ano do ensino médio e, neste ano, organizou a Ação Sustentável em seu colégio. O desenho que ficou em segundo lugar no concurso também fará parte do relatório do UNICEF. A autora é Larissa Vassalo Fernandes, de 14 anos, que está no 1º ano do ensino médio.
O relatório #ECA25anos será lançado pelo representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl, em coletiva à imprensa a ser realizada em Brasília, às 11h da segunda-feira 13 de julho de 2015.
Fonte: ONU

terça-feira, 7 de julho de 2015

Notícias de 08/07/2015 - Busca Porto Seguro


Ultimas Notícias de Porto Seguro

Dia 12 tem Triáthlon na Praia do Cruzeiro

A cidade de Porto Seguro retorna ao circuito do Triathlon nacional com a realização da etapa da Tritanium, competição de longa distância com a participação de atletas de todo o país. A etapa ocorre neste domingo (12), a partir das 6h, na Praia do Cruzeiro.


Três adolescentes morrem no sul da Bahia

Três adolescentes morreram e um jovem ficou ferido após serem baleados durante uma chacina em Barrolândia, distrito do município de Belmonte, na região sul da Bahia, na noite de domingo (5). Segundo informações da Polícia Militar do distrito, em depoimento, o ferido disse que os suspeitos confundiram uma das vítimas com um outro jovem, quando efetuaram os disparos.

Hoje tem Masterchef , o  Reality Show da TV BAND

Hoje é dia  é dia de torcer para Cristiano Oliveira, que vem confirmando seu favoritismo. O Baiano de Porto Seguro tem uma mão boa. Encanta os Chefes requintados com sua simplicidade e bom gosto na hora da execução dos pratos. Vamos torcer.

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Principal desafio das novas metas da ONU será tirar 1 bilhão de pessoas da extrema pobreza, diz PNUMA

Em seu novo relatório, o Painel Internacional de Recursos do PNUMA destacou que a prosperidade sustentável para as gerações atuais e futuras requer a manutenção e restauração da saúde do ecossistema.
Crianças haitianas participam de ação para reflorestar o Haiti. Foto: PNUD Haiti/Logan Abassi
Crianças haitianas participam de ação para reflorestar o Haiti. Foto: PNUD Haiti/Logan Abassi
“O principal desafio para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) será tirar mais de um bilhão de pessoas da extrema pobreza e abordar as desigualdades ao mesmo tempo em que utilizamos os recursos necessários para uma população estimada em 8 bilhões de pessoas em 2030 – em termos de energia, terra, água, comida e abastecimento de matérias”, disse o diretor-executivo do PNUMA e subsecretário-geral da ONU, Achim Steiner.
A declaração do representante se soma as preocupações do Painel Internacional de Recursos do PNUMA (IRP, na sigla em inglês) que alertou, nesta segunda-feira (06), que sem uma gestão sensata dos recursos naturais como parte integral das medidas políticas, os ODS não cumprirão seu propósito fundamental: acabar com a extrema pobreza até 2030 e abordar todos os aspectos do desenvolvimento sustentável.
Em seu novo relatório intitulado “Coerência das Políticas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Uma Perspectiva dos Recursos Naturais”, o IRP enfatiza que a prosperidade sustentável para as gerações atuais e futuras requer a manutenção e restauração da saúde do ecossistema.  Com a prospecção de que a população mundial chegará a 9 bilhões de pessoas em 2050 e o rápido crescimento econômico nas economias emergentes e em desenvolvimento, a demanda por recursos naturais, especialmente a matéria-prima, deve continuar crescendo significativamente. Nesse contexto, aumentar a eficiência de recursos é um fator importante para assegurar a proteção ambiental e climática, o emprego, os benefícios sociais e o crescimento verde sustentável.
Os estudos do IRP mostram que a extração anual de matéria em todo o mundo aumentou oito vezes durante o século 20. Até 2009, por exemplo, extraíam-se 68 bilhões de toneladas de recursos comparados aos 7 bilhões em 1900. Devido ao declínio nos níveis de minério, dependendo do material em questão, hoje precisam ser movidas cerca de três vezes mais matéria para a mesma extração de minério do que um século atrás, com mais degradação do solo, implicação das águas subterrâneas e uso de energia.
Números alarmantes
A pressão sobre os recursos bióticos também tem aumentado. Mais de 20% das terras cultivadas, 30% das florestas e 10% das pastagens estão sendo degradadas a uma taxa que debilita a capacidade de ecossistemas críticos se renovarem. Até 25% da produção mundial de alimentos pode ser perdida até 2050 devido às alterações climáticas, a degradação dos solos, escassez de água e outras questões e, mesmo assim, continuamos desperdiçando um terço dos alimentos produzidos a cada ano.
Todos os 17 ODS propostos implicam numa competição por recursos, apesar do progresso de 12 deles estar diretamente relacionado ao uso sustentável da terra, alimentos, água, energia e matéria. O novo relatório do IRP avalia as interligações, sinergias e contrapartidas entre os ODS relacionados aos recursos naturais que os tomadores de decisão devem levar em conta no momento da formulação de políticas para sua implementação.
O modelo do relatório demonstra que se os ODS em energia, segurança alimentar e mudança do clima forem abordados por políticas setoriais, haverá possíveis contrapartidas entre os sistemas de alimento, biodiversidade, mitigação climática, poluição por nutrientes e uso de água doce.  Sendo assim, o progresso deveria ser feito em todos os ODS juntos, como um pacote coordenado e integrado, entendendo os diferentes objetivos e seus requisitos de recursos, gerenciando as sinergias e moderando as contrapartidas. Além disso, se políticas forem combinadas com as medidas de produção e consumo sustentáveis em um sistema de garantias ambientais e sociais, a conquista dos objetivos é mais realista.
“Conquistar o progresso econômico e social previsto em alguns ODS requerINVESTIMENTOS simultâneos naturais de capital em outros”, disse o copresidente e o antigo comissário responsável pelo Meio Ambiente Europeu, Janez Potocnik. “Buscar essa primeira meta e atrasar ação nesta segunda não funcionará. Isso implica uma transformação radical na forma como os políticos priorizam os problemas relacionados ao uso dos recursos naturais e do meio ambiente”.
O progresso dos ODS relacionados à segurança alimentar, produção de energia e água e saneamento, por exemplo, depende dos mesmos sistemas fundiários a que estão sujeitas as estratégias de conservação que procuram manter a biodiversidade e ecossistema.
Mudanças nos sistemas de produção que abordam as ineficiências estruturais, produtividade de recursos e as estratégias de conservação vão reduzir apenas de forma limitada a pressão sobre o uso da terra, água e energia para alcançar as metas de segurança alimentar, acesso à energia, abastecimento de água e a resistência às mudanças climáticas. Políticas que abordem o lado das demandas, tais como os padrões de consumo, também serão necessárias.
Sobre o Painel Internacional de Recursos
O Painel Internacional de Recursos é um grupo de mais de 30 especialistas e cientistas renomados internacionalmente e mais de 30 governos nacionais. Sediado na divisão de tecnologia, indústria e economia do PNUMA, foi estabelecido em 2007 como um órgão científico para fornecer avaliações relevantes e independentes aos governos e outras partes interessadas quanto ao uso efetivo e eficientes dos recursos naturais ao longo de todo o ciclo de vida. Os relatórios do Painel têm sido usados e indicados por organizações internacionais, governos nacionais, grupos de reflexão e organizações de pesquisa, academia, indústrias e sociedade civil, nas discussões e planejamento de novas políticas que levem em consideração a produção e consumo sustentáveis e eficientes de recursos.
Fonte: ONU

FMI está pronto para ajudar Grécia se for solicitado, diz Christine Lagarde



Internet das coisas, 5G, infraestrutura na nuvem serão discutidos em fórum de tecnologia da ONU em outubro


O evento, organizado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), acontecerá em Budapeste, Hungria, entre 12 e 15 de outubro.
Um exemplo da Internet das Coisas é a geladeira programada para identificar os produtos guardados em seu interior. O utensílio mantém um inventário emitindo alertas quando o estoque chega ao fim. Foto: Wikicommons/David Berkowitz (CC)
Um exemplo da Internet das Coisas é a geladeira programada para identificar os produtos guardados em seu interior. O utensílio mantém um inventário emitindo alertas quando o estoque chega ao fim. Foto: Wikicommons/David Berkowitz (CC)
Inovações e temas de ponta da tecnologia de informação e telecomunicações serão expostos no fórum organizado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) da ONU, que acontecerá em Budapeste (Hungria), entre 12 e 15 de outubro.
Concebido como um fórum para o intercâmbio de conhecimento, o evento proporciona um espaço para que governos, indústria e academia apoiem ideias que possam elevar a um patamar mais alto, de forma mais rápida, inovadora e transformadora, a busca de soluções para um mundo melhor.
Entre os tópicos que serão abordados na UIT Telecom World 2015 estão a regularização da Internet das Coisas, os avanços na tecnologia 5G, desenvolvimento de infraestrutura na nuvem, captação deINVESTIMENTOS e a criação de um mercado digital europeu. Um evento paralelo exibirá soluções digitais de mercados emergentes e desenvolvidos, ilustrando as ideias mais inteligentes e o espírito empreendedor de países de todo o mundo.
Para o secretário-geral da UIT, Houlin Zhao, o fórum promete ser “uma plataforma para líderes inspirarem e serem inspirados e para as soluções inovadoras serem compartilhadas”, disse.
Fonte: ONU

Bahia dá a largada para ações da Campanha Coração Azul 2015 do UNODC


O mês de julho é simbólico para a as ações de conscientização, pois o dia 30 de julho é o Dia Internacional contra o Tráfico de Pessoas. Entre as diversas atividades previstas, o Elevador Lacerda, ícone da cidade de Salvador, ficará iluminado de azul ao longo do mês.
Elevador Lacerda iluminado para a  Campanha Coração Azul.Foto: Max Haack/Agecom
Elevador Lacerda iluminado para a
Campanha Coração Azul.Foto: Max Haack/Agecom
O estado da Bahia dá a largada para as atividades de 2015 daCampanha Coração Azul contra o Tráfico de Pessoas, uma iniciativa do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC). O mês de julho é simbólico para a as ações de conscientização, pois o dia 30 de julho é o Dia Internacional contra o Tráfico de Pessoas. Entre as diversas atividades previstas, o Elevador Lacerda, ícone da cidade de Salvador, ficará iluminado de azul ao longo do mês.
No dia 8 de julho, será realizado um evento de lançamento da campanha deste ano no Ministério Público, com a presença de vários artistas baianos. Também serão distribuídos panfletos e cartazes nos aeroportos, rodoviárias, terminal marítimo, locais muito importantes para ações de sensibilização e conscientização da população.
Outros monumentos também serão iluminados de azul, e as ações também serão realizadas em outras cidades, como Camaçari, Lauro de Freitas, Simões Filho, Candeais, Serra do Ramalho, Monte Santo, Ibotirama e Porto Seguro.
Com o lema “Liberdade não se compra. Dignidade não se Vende. Denuncie o Trafico de Pessoas”, a versão brasileira da campanha Coração Azul tem a cantora Ivete Sangalo como Embaixadora Nacional da Boa Vontade para Prevenção e Combate ao Tráfico de Pessoas.

Nota Pública: ONU Mulheres Brasil repudia ataques sexistas contra a presidenta Dilma Rousseff


A representante da ONU Mulheres repudiou em nota a apologia de violência sexual contra a presidenta da República retratada em adesivos para automóveis.
É ultrajante e extremamente agressiva a apologia de violência sexual contra a presidenta da República, Dilma Rousseff, retratada em adesivos para automóveis, como expressão de misoginia e interpelação dos direitos humanos de mulheres e meninas. Tal episódio se configura como violência política sem precedentes.
Nenhuma discordância política ou protesto pode abrir margem e/ou justificar a banalização da violência contra as mulheres – prática patriarcal e sexista que lhes invalida a dignidade humana.
Como defensora dos direitos de mulheres e meninas no mundo, a ONU Mulheres faz o alerta público sobre o teor violento e discriminatório das imagens, conclamando a sociedade brasileira e o poder público para a tolerância zero ao machismo.
Por fim, solidarizamo-nos com a presidenta Dilma Rousseff, as brasileiras e as organizações de mulheres e feministas, as quais têm denunciado as ofensas e acionado a justiça.
Fonte: ONU

Movimento da ONU Mulheres, ElesPorElas, registrou aumento de 55% de adesão de brasileiros


Mais de 10 mil brasileiros assumiram o compromisso na defesa dos direitos de mulheres e meninas, proposto pela ONU Mulheres.
No Twitter, funcionários do Conselho Nacional de Justiça incentivam adesões de mais homens brasileiros. Foto: ONU Mulheres
No Twitter, funcionários do Conselho Nacional de Justiça incentivam adesões de mais homens brasileiros. Foto: ONU Mulheres
Em uma semana foi registrado aumento de 55% da adesão de homens brasileiros à plataforma online do Movimento ElesPorElas (HeForShe). Até a quinta-feira (2), 10.228 brasileiros assumiram o compromisso na defesa dos direitos de mulheres e meninas, proposto pela ONU Mulheres.
Em 18 de junho, tinham sido registradas 6.579 adesões, representando um aumento de 3.649 homens engajados. No mundo, foram computadas mais de 335 mil adesões.
“Estamos confiantes que o engajamento público de homens e meninos brasileiros vai crescer ainda mais como expressão do apoio que eles têm de dar para a garantia da igualdade de gênero e do empoderamento de mulheres e meninas. Essa é uma reivindicação histórica dos movimentos feminista e de mulheres. Chegou a hora de homens e meninos também fazerem o trabalho de construção da igualdade de direitos para a humanidade. Estamos vendo uma resposta positiva e esperamos muito mais”, afirmou a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.
O aumento das adesões é atribuído à visibilidade do movimento no país, intensificada, na semana passada, com o lançamento da campanha #ElesPorElas, da ONU Mulheres e do GNT, envolvendo a diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, Luiza Carvalho, apresentadores e apresentadoras do canal, tais como Rodrigo Hilbert, Marcelo Tas, Leo Jaime, Xico Sá, João Vicente de Castro, Astrid Fontenelle, Maria Ribeiro e Bela Gil.
Conheça a iniciativa em www.heforshe.org/pt
Fonte: ONU

Notícias de hoje, 7/07/2015 - Busca Porto Seguro


Triatlo muda rotina de Porto Seguro

Porto Seguro de volta ao calendário do esporte nacional. Trânsito será alterado para provas de triathlon.
 
A Costa do Descobrimento sedia a etapa Tritanium – Porto Seguro, domingo, dia 12 de julho. O triathlon, ou se preferir, triatlo em português, é um esporte composto por três modalidades: natação, ciclismo e corrida. Serão 1,9Km de natação, 90Km de pedalada, finalizando com 21Km de corrida. Com largada na Praça da Pitangueira, às 6 da manhã, a prova inicia com a natação na Praia do Cruzeiro. O percurso da corrida será na Orla Norte, com o ponto de retorno no Km 5,25 da Av. Beira Mar. Já a prova de bike será efetuada na BR 367 desde o trevo da Rodoviária até o limite do Distrito de Pindorama. Por isso, alguns trechos dessas vias serão fechados para a passagem dos atletas. O público vai poder torcer e acompanhar tudo bem de pertinho. Programe-se!  
 
Serviço:
 
TRITANIUM PORTO SEGURO
Largada Tritanium: Domingo, às 6 da manhã 
Local: Praça da Pitangueira, Porto Seguro-BA.
Mais informações: www.tritanium.com.br